Utilidade pública

June 7th, 2008

Rock In Rio - The Aftermath

June 6th, 2008

Já não vi os Moonspell, mas também não lhes senti a falta. Não fazem muito o meu género, de qualquer das maneiras. Na agenda, de seguida, tocaram os Apocalyptica. Eu tenho de confessar, quando soube que esta malta finlandesa tinha adicionado uma bateria e um vocalista à banda, eu realmente temi o pior. Mas depois percebi que o vocalista é só de vez em quando, o que me descansou e deixou esperançado para este concerto. Tanto que a banda do Eicca Toppinen (membro original), Paavo Lötjönen (idem), Perttu Kivilaakso (acho que podia ter sido original mas quer-me parecer que se armou em menino na altura), Mikko Sirén (baterista) e do (ocasionalmente regressado para espectáculos ao vivo) Antero Manninen (ele também, um dos originais mas que tem mais que fazer no dia-a-dia normal) chegou, tocou e convenceu. Quem quer que seja o/a vocalista, não apareceu. Quanto à bateria, quem diria que ficava tão bem? Eu, provavelmente, se tivesse ouvido os álbuns mais recentes, não é? Do primeiro álbum, acho que só tocaram uma música. Como eles fizeram mais meia dúzia de covers dos Metallica nos álbuns seguintes ao de estreia, nunca sei bem que música é que pertence a que álbum. Independentemente disso, esta parte do concerto pôs toda a gente a pular e a cantar:


(o som não é melhor, mas é o que se arranja com o meu N95 no meio do maranhal todo)

Pelo meio, o gajo que parece uma gaja (o Eicca Toppinen), lá tentava falar inglês para apresentar as músicas e falar da colaboração com a Greenpeace e mais não sei o quê. O outro gajo que também parecia uma gaja (mas com barba) também agarrou no microfone, disse meia dúzia de palavras não muito perceptíveis mas a malta parece ter gostado.

Assim que o concerto dos Apocalyptica terminou, eu e o Nuno fomos dar uma volta ao recinto para ver o que havia de novo. Assim que dobrámos o monte eu reparei que havia todo um novo mundo desse lado. Não sei, mas o espaço pareceu-me categoricamente maior que nas edições anteriores. Deve ser impressão minha, certamente. A certa altura olhámos para um mapa para perceber onde havia comes-e-bebes e continuámos a subir por ali acima, até não podermos mais e termos que virar para algum lado. Isto aconteceu mais ou menos ao lado daquele local cheio de fumo e malta pastilhada. Nunca tinha visto uma banca de comida com tão pouca gente no Rock In Rio. Mas faz sentido que assim seja, pelo menos ali. Aquela banca só deve mesmo vender águas e redbull, para ajudar à moca. Vá, estou a ser bera e preconceituoso. Passando à frente.

Lá continuámos a dar volta ao parque da Bela Vista quando, de repente sou abordado por um indivíduo de cabeça rapada que me pergunta, em tom agressivo, se não me conhece de qualquer lado. Eu respondo-lhe que sim, dizendo o local e depois entrámos ali numa conversa de clichés e lugares comuns tais como «Então, como é que vai tudo?» e «O que é que tens feito?» ou até mesmo o «então e vens ver o quê?». Eu já não via este indivíduo que me abordou há quê? Uns cinco ou seis anos, mais coisa menos coisa. Imensa coisa se passou nesse período de tempo e eu não tinha nada para lhe dizer. Acho incrível, mas a verdade foi essa. Acabámos de ir cada um para o seu lado, depois de um minuto e tal muito estranhos. O pior de tudo foi eu nem me lembrar do nome dele na altura, nem agora, para o poder mencionar aqui como deve ser. Mas esta é um bocado a história da minha vida. Eu não tenho grande a coisa a contar às pessoas, depois de perder o contacto com elas. Sempre fui assim. Se perdemos o contacto, por alguma razão foi. Não digo razão no sentido de levar à separação social, mas ao facto do contacto não ser mantido após essa separação ter ocorrido, independentemente da razão.

Mas a demanda pela refeição continuou e lá demos com uma Pizza Hut, o lugar escolhido através da boa e velha atribuição científica do par ou ímpar. Acho que a partir de agora vou usar esse método para tudo. Simplifica a vida. Devo ter perdido um minuto com o Nuno a discutir quem escolhia o local para comer. Eu sugeri par ou impar, escolhemos qual era qual e pum!, escolha foi feita por nós. Mais simples não podia ter sido.

E a fila que apanhámos para sermos chulados na banca da pizza não se comparou à do SBSR do ano passado. Nessa fila devemos ter ficado à espera cerca de hora e meia até sermos atendidos. Aqui, o tempo de espera não chegou a quinze minutos, penso eu. Para pousarmos a comida e as bebidas, fizemo-nos socorrer de uns caixotes do lixo (fechados, obviamente) que estavam lá junto à banca da comida que aproveitámos para convenientemente pousar as bebidas.

Nisto, vamos andando para o palco mundo e como os Machine Head deviam estar ainda a meio do espectáculo deles, ficámos a uma distância da malta da pesada. Nem eu nem o Nuno éramos fãs da banda. Nem sequer os conhecíamos, tão pouco. Eu não fiquei impressionado e julgo que ele também não. Quando estavam quase a terminar, eu e o Nuno começámos a chegar-nos à frente para conseguir ter um spot melhor, ou seja, mais chegado ao palco.

No intervalo entre concertos, a malta teve a mesma ideia que nós e basicamente foi um mar de gente a querer chegar-se à frente. Nós parámos assim que nos pusemos à frente da tenda que tem duas câmaras de filmar (uma de cada lado). Quando o concerto começou, com o The Ecstasy of Gold, comecei a gravar o seguinte vídeo:


(novamente, o som não é melhor, mas é o que se arranja com o meu N95)

Como se pode ver pelo vídeo, assim que arrancou o Fuel, a malta começou a pular e eu temi pela saúde do meu telemóvel, caso este me saltasse da mão, por isso decidi recolhê-lo para dentro do bolso, pelo sim pelo não.

Desde o intervalo até para aí à segunda música, de uma forma ou de outra, havia sempre alguém que queria ser mais papista que o papa e queria ir mais para a frente do que aquilo que era possível. Foi por isto que quando o concerto começou, eu estou rodeado de malta de forma confortável e pelo final da segunda música já tinha dificuldades em me mexer. Só para dar a ideia do quão apertado eu estava, uma acção simples como coçar o nariz ou a cabeça implicava que o meu braço estivesse colado a mim e que a minha mão percorresse os contornos do meu corpo até chegar à zona do pescoço, altura essa em que passava a ser o meu braço a contornar o meu corpo até que a minha mão chegasse ao sítio que precisasse de ser coçado.

Para tornar a coisa mesmo esquisita, os dois tipos que acabaram por chegar depois de mim e do Nuno e se instalaram à nossa frente Deviam ter um piquinho a azedo, que é como quem diz atracavam de popa, que é como quem diz cagam para dentro, que é como quem diz… Bom, dá para perceber a ideia – not that there’s anything wrong with that. Pelo menos um deles (o da esquerda). O que estava à minha frente, do lado direito, tinha para aí metro e meio de altura e como não via nada do concerto, em vez de ir para um local onde visse o concerto (nem que fosse através dos monitores) esteve o concerto quase todo a bafar cigarros e droga. Para começar, eu já não gosto de fumo. E depois fazia-me comichão no nariz, o que, como já referi, não era uma tarefa fácil de saciar. O tipo à frente, do lado esquerdo (o tal com o travo a azedo) passou mais tempo do concerto a afastar-se da miúda que estava à frente dele e mais tempo a encostar-se a mim e ao Nuno.

Como o gajo que estava atrás de mim devia ter pés grandes, eu não conseguia dar passos para trás para me desviar um bocado do rabeta à minha frente. O máximo que podia era desviar o torso um bocadinho para trás. Como aquilo estava à pinha, eu conseguia manter equilíbrio, mas se a malta desaparecesse de repente, eu caía para trás, de certeza.

O gajo atrás de mim, que não só devia calçar o 54 como ainda era um bocado maior que eu, de repente lembrou-se que queria armar confusão para aqueles lados e, do nada, só sinto a mão dele nas minhas costas a empurrar e a malta que está à minha frente a ficar esmigalhada. É claro que a malta apertada respondeu e depois quem ficou esmigalhado foi o gajo que me empurrou. Andámos nisto umas três ou quatro vezes, para a frente e para trás, até que a malta se fartou. Mas com estas andanças, o espaço ficou substancialmente comprometido e o gajo que estava à minha frente ficou ainda mais junto a mim.

Quando me fartei de estar todo torto, comecei aos pulos (com a desculpa moral de estar a curtir o concerto) e tal até a malta se sentir incomodada e assim que deram um espaço, eu parei e pus-me direito, ocupando o espaço que a minha pessoa ocupa quando não está toda curvada e torta. Ainda é algum. Desse momento para a frente, sempre que me sentia apertado, pulava e tudo voltava ao normal. Era certinho…

Quando cheguei a casa, tinha planos de ainda passar os vídeos para o MacBook e colocá-los on-line mas já não deu. Adormeci antes disso e hoje pareço um zombie.

Acordei com uma dor de cabeça que não lembra a ninguém. Por isso mesmo, como não ia trabalhar, fiquei a maior parte da manhã na cama. Não ajudou. Da parte da tarde fui mais a minha mãe comprar calças de ganga ao C&A do CascaisShopping. À conta dos centímetros na cintura que já perdi desde Fevereiro, todas as minhas calças estão-me alarvemente grandes, o que me chateia um bocado. Especialmente quando o cinto precisa de ser ajustado quase todas as semanas. O meu cinto, que em tempos esteve bom, agora já dá quase meia volta extra à minha cintura. É de loucos. No C&A, estive em dúvida entre um par de calças que me servia de forma confortável e um par de calças que me servia um bocadinho a custo. Escolhi o confortável.

À noite, já em casa, e ainda meio abananado, lá meti os vídeos mostrados acima on-line. Na televisão, ao mesmo tempo, estavam a dar os Offspring e olha, gostei do que vi. Deu-me vontade de ir procurar as velhas K-7 com as músicas deles e voltar a ouvir as canções que os tornaram famosos. Infelizmente, não sei se aguento acordado para ver os Linkin Park mas estou a gravar de qualquer das maneiras por isso o que não vir agora, vejo depois.

A postos

June 5th, 2008

Hoje é dia cinco e isso significa que os Metallica vão hoje tocar ao Rock in Rio e eu vou ver. :) Ah, pois é. Para comemorar, não fui trabalhar de tarde – o que me compensa a tarde em que fui trabalhar no princípio do mês passado.

Por via das dúvidas, amanhã também não vou, para descansar quer do concerto de hoje, quer do trabalho. Bem vistas as coisas, desde que trabalho na agência, o dia de amanhã vai ser o primeiro dia completo que tenho de férias na verdadeira acepção da palavra, e o segundo na totalidade. Whoo Hoo!!

Aproveitei o facto de ter saído à hora de almoço para, acima de tudo, ir almoçar a casa. Almoçar em casa é coisa que faço (quase) todos os fins-de-semana, mas num dia de semana soa a diferente, sabe a diferente e é uma sensação diferente. Depois de almoço fui com a minha mãe beber café, ou melhor, fui vê-la beber café e aproveitei para fazer mais um pagamento ao Quim pelas moedas que ele me arranjou há tempos. Depois nem fui a casa, fui directo ao banco para ver se era desta que eu conseguia ter um código para aceder on-line à minha conta bancária. Acho que este já é o meu terceiro ou quarto código. Por incrível que pareça, nunca consegui funcionar com aquilo. Mas hoje, por qualquer razão, foi fácil e agora sou um info-bancário-incluído feliz.

Quando cheguei a casa, liguei para a Via Verde para resolver o problema ocorrido no Sábado quando fui a um ATM activar o aparelho. Tem dias que eu gosto falar com as pessoas que atendem ao público, porque – e tendo em conta a minha maneira de ser por vezes, vá lá, difícil – acho que sou uma pessoa fácil de ser atendida. Parto do princípio que estão ali por obrigação e por isso tento ser o mais positivo e agradável possível. Acho que não existe necessidade de add insult to injury. E porquê? Porque era o que eu queria que me fizessem caso eu tivesse naquela situação. Aquelas pessoas não estão ali para me servir nem nada do género. Muito pelo contrário. Estão ali para me ajudar a resolver um problema que eu não sei resolver sozinho. Ora, se eu for antipático e fizer entradas a pés juntos por telefone, as pessoas vão-me ajudar? Claro que não. Pelo menos é que eu acho.

Agora, o que me tirou do sério foi ver a emissão que gravei dos Bon Jovi, na SIC Mulher, no outro dia. É impossível ser simpático para as tipas que fizeram a emissão insistiam em tratar a banda por Jon Bon Jovi, o que é bastante enervante, tendo em conta que a banda se chama somente Bon Jovi. São carinhas larocas, dizem duas palavras seguidas com as quais fazem uma ligação sintáxica lógica e pronto, são postas em frente às câmaras. Não saberem do que estão a falar é claramente o menor dos problemas delas. Mas que se lixe, Estou nem aí agora. E porquê? Porque estou a escassas horas de ir ver uma banda que não sabe dar maus concertos. Adeusinho e até mais logo…

Realmente, não há limpeza como a primeira

June 4th, 2008

Hoje da manhã, depois do stress matinal e a antes de ir para o stress laboral (muito trabalho, muito trabalho), passei pelo dentista para fazer uma limpeza aos dentes. Lá está, como disse aqui há coisa de uns seis meses, ao que parece eu acumulo muita pedra (falha-me um nome mais técnico como tártaro ou algo assim) entre os dentes, o que faz com que seja necessário/aconselhável levar a cabo uma limpeza duas vezes por ano.

Mas realmente não há uma limpeza como a primeira. Da primeira vez que lá fui, saí de lá com os dentes diferentes. Redondinhos e tal. Quer hoje, quer da vez anterior que lá fui – já não foi a mesma coisa. Da primeira vez, andei dois dias a comer de forma estranha porque me fazia impressão mastigar o que quer que fosse. Da outra vez, esse problema já não se colocou. E hoje também não parece ser o caso. Realmente, não há limpeza como a primeira…

PS: Ah, e fiquei a saber que tenho um dente que está a começar a ganhar cárie ou lá como se chama o raio. De acordo com o dentista, tratar do dente agora vai fazer mais mal que o mal já existente, mas a longo prazo faz melhor. Hmm, pois, está certo… Eu acredito em equilíbrios e quando os males estiverem ela por ela, a gente logo trata da coisa, que é como quem diz, we’ll cross that bridge when we come to it. Antes disso, tenho mais em que pensar.

ABC da chatice matinal

June 4th, 2008

Como me podem chatear logo pela manhã? De um compêndio relativamente grande (sou sincero), a minha mãe tem uma tendência para escolher sempre a forma mais eficaz para o fazer.

Estávamos todos à conversa durante o pequeno-almoço, quando a minha mãe me diz que a senhora da entrada do ginásio perguntou por mim, uma vez que eu já lá não vou quase há um mês e meio. Eu perguntei o que é que a minha mãe tinha respondido e ela disse que não tinha dito nada. Eu estranhei, mas fiquei contentinho por isso. Depois a minha mãe diz que a professora dela também perguntou por mim e, no momento em que a minha mãe devia ter seguido o exemplo dela mesma e não ter dito o que quer que fosse, respondeu à professora que eu não estava a ir ao ginásio porque tinha comprado um carro e estava de poupanças. Aqui eu chateei-me…

Primeiro, não aprecio que falem de mim e dos meus afazeres. Seja quem for. Acho que não é pedir muito que as pessoas com quem privo mais respeitem isso a meu respeito. Ainda que seja motivado por orgulho (como aparentemente foi o caso).

Segundo, não é verdade. E se já me aborrece que as pessoas mais chegadas a mim falem sobre a minha pessoa com pessoas que não me são chegadas ou que eu nem sequer conheço, quando são ditas mentiras, tira-me absolutamente do sério. Não é defeito, é feitio.

Pronto, fiquei estou chateado. O que vale é que pelo meio-dia já não me devo lembrar de nada (passa-me rápido). Já as minhas acções de resposta a este tipo de situação, essas, têm sempre um tempo indeterminado de duração. C’est la vie.

Aprendi uma coisa nova hoje

June 3rd, 2008

Whhoo hooo, já sei ver o óleo.

À primeira vista, pode parecer uma daquelas coisas básicas que toda a gente nasce ensinada a saber fazer. Mas como eu devo ter perdido a aula de mecânica na barriga da minha mãe, confesso que ver o óleo do carro não era coisa que me apetecesse fazer sem saber como. Quando saí do trabalho, passei pela aD School e o Frederico veio ter comigo cá fora para me ensinar meia dúzia de coisas sobre o meu carro e sobre os Porsches em geral.

Resultado final da minha lição: ainda não é preocupante mas preciso efectivamente de óleo num futuro próximo.

A ser verdade, é um ponto tão válido como outro qualquer…

June 3rd, 2008

Recebi isto por e-mail, por isso não sei qual é o grau de veracidade. Mas tem uma certa lógica, de facto.

Michael Richards conhecido como Kramer da série televisiva Seinfeld, levantou um bom problema. O que se segue é o seu discurso de defesa em tribunal depois de ter feito alguns comentários raciais na sua peça de comédia. Ele levanta alguns pontos muito interessantes.

Orgulho em ser Branco
Finalmente alguém diz isto.

Quantas pessoas estão actualmente a prestar atenção a isto? Existem Afro-Americanos, Americanos Hispânicos, Americanos Asiáticos, Americanos Árabes, etc. E depois há os apenas Americanos. Vocês passam por mim na rua e mostram arrogância. Chamam-me ‘White boy,’ ‘Cracker,’ ‘Honkey,’ ‘Whitey,’ ‘Caveman’ …e está tudo bem. Mas quando eu vos chamo Nigger, Kike, Towel head, Sand-nigger, Camel
Jockey, Beaner, Gook, ou Chink. Vocês chamam-me racista.

Quando vocês dizem que os Brancos cometem muita violência contra vocês, então porque razão os ghettos são os sítios mais perigosos para se viver? Vocês têm o United Negro College Fund. Vocês têm o Martin Luther King Day. Vocês têm Black History Month. Vocês têm o Cesar Chavez Day. Vocês têm o Yom Hashoah. Vocês têm o Ma’uled Al-Nabi. Vocês têm o NAACP. Vocês têm o BET [Black Entertainment Television] (tradução: Televisão de Entretenimento para pretos). Se nós tivéssemos o WET [White Entertainment Television] seriamos racistas. Se nós tivéssemos o Dia do Orgulho Branco, vocês chamariam-nos racistas.

Se tivéssemos o mês da História Branca, éramos logo racistas.

Se tivéssemos alguma organização para ajudar apenas Brancos a andarem com a sua vida para frente, éramos logo racistas.

Existem actualmente a Hispanic Chamber of Commerce, a Black Chamber of Commerce e nós apenas temos a Chamber of Commerce.

Quem paga por isto?

Uma mulher Branca não pode ser a Miss Black American, mas qualquer mulher de outra cor pode ser a Miss America. Se nós tivéssemos bolsas direccionadas apenas para estudantes Brancos, éramos logo chamados de racistas.

Existem por todos os EUA cerca de 60 colégios para Negros. Se nós tivéssemos colégios para Brancos seria considerado um colégio racista.

Os pretos têm marchas pela sua raça e pelos seus direitos civis, como a Million Man March. Se nós fizéssemos uma marcha pela nossa Raça e pelos nossos direitos seriamos logo apelidados de racistas.

Vocês têm orgulho em ser pretos, castanhos, amarelos ou laranja, e não têm medo de o demonstrar publicamente. Mas se nós dissermos que temos “Orgulho Branco”, vocês chamam-nos racistas.

Vocês roubam-nos, fazem-nos carjack, disparam sobre nós. Mas, quando um oficial da policia Branco dispara contra um preto de um gang ou pára um traficante de droga preto que era um fora-da-lei e um perigo para a sociedade, vocês chamam-no racista.

Eu tenho orgulho. Mas vocês chamam-me racista.

Porque razão só os Brancos podem ser chamados de racistas?

Socially retarded Chem 201 student’s exam

June 3rd, 2008

Fat F*ck vs. Food - Mês #4

June 2nd, 2008

Hoje foi mais um daqueles dias de ir ao nutricionista para ser medido e saber quais as melhorias oficiais. Fiquei triste quando constatei que neste mês que passou perdi apenas dois quilos. Mas o que é que se passa com os meses pares? Perdi mais no primeiro mês do que no segundo e no quarto. Melhor, perdi quase tanto no terceiro mês como nos outros três juntos. No que diz respeito às medidas de cintura e anca também perdi centímetros, mas nada significativo. Enfim, viva os meses ímpares.

Durante a consulta, a minha alimentação levou um ajuste e falámos de como e quais deveriam ser os meus hábitos alimentares em Cannes, uma vez que vão ser escassas as alimentações controladas, como as que faço aqui, na minha terrinha. Uma coisa que me deixou aborrecido foi a consulta estar marcada para as oito e quarenta e cinco e ser atendido quando já passava das nove e um quarto. Mais de meia hora à espera é muito, e tira-me um bocado do sério.

Quando estava mesmo a chegar à agência, a luz do óleo acedeu no meu carro. É certo que não demorou muito a desligar, mas realmente ainda não pus óleo no carro desde que o tenho nas minhas mãos e ele já deve estar a precisar, digo eu. Durante o dia apanhei o Frederico on-line e combinei com ele ir lá ao final do dia aprender a ver o nível do óleo sem ser pelo medidor no tablier. Infelizmente, às horas que saí já não apanhei o Frederico na escola, por isso vou lá amanhã, até porque ele diz que por essa altura já tem óleo do bom para mim.

PS: O Gil começou hoje a trabalhar na agência comigo. Mais um Independente bem sucedido. :)

Um Domingo como os outros, só que diferente

June 1st, 2008

Uma coisa é boa – hoje de manhã acordei sem qualquer vestígio da dor de cabeça de ontem.

Agora, o que é que eu fiz que seja diferente de todos os outros Domingos? Olha, já sei – estreei um pijama novo. Não é todos os Domingos que faço isso. O que é que eu fiz mais? Finalizei o DVD do concerto de apresentação do CD homónimo dos Klepht… Também não é todos os dias que faço isso. Aliás, é o primeiro que faço, para ser franco. Mais… Mais… Vi alguma televisão, mas isso é normal. Para ser honesto, desde que se me acabou o stash de Beverly Hills ando muito desanimado com a televisão. Mas é a vida. À noite apanhei o Nuno on-line e dei-lhe os parabéns. Só mesmo eu para esperar que alguém se ligue on-line no dia de anos para desejar, nessa altura, os meus votos de feliz dia de aniversário. De resto, não estou a ver assim mais nada de destaque (com a devida excepção da Joss Stone no Rock in Rio, que está a dar na televisão – com esta eu casava-me e era capaz de ser para a vida. Gosto muito do estilo nova-iorquino cosmopolita da rapariga, ainda que ela seja inglesa) e com esta vou para a cama que amanhã já é dia de trabalho.