Com calma vai lá

April 27th, 2008

Estou consciente que o Beverly Hills tem um tempo de vida limitada, quero dizer, dos duzentos e noventa e seis episódios da série, um pouco menos de noventa ainda estão por sair e daqui a uns dois fins de semana, a mama acaba-se por tempo indeterminado. Assim, da mesma forma que faço no ginásio, quando o tempo de uma determinada máquina está a terminar, começo a abrandar o ritmo para o choque de parar não ser muito violento.

Com isto em mente, episódio sim, episódio não (ou seja, sempre que me lembrava de abrandar), ia dar uma volta ao meu estaminé, ver como estava a decorrer o backup dos e-mails para um dos servidores IMAP, arrumar o desktop do iMac (que estava uma autêntica pocilga - passei de alguns trinta e tal icons para apenas dois fixos e três temporários), e actividades assim que me permitissem distrair e abstrair daquela grande série televisiva.

Fui aqui, fui ali e agora estou aqui

April 26th, 2008

Tendo em linha de conta que me deitei tarde, hoje levantei-me relativamente cedo. Levantei-me, claro, não, esperem, ok, adivinharam: para ver Beverly Hills. Pelo menos da parte da manhã. Isto porque da parte da tarde fui tentar renovar (e digo «tentar» porque não passou disso mesmo, uma tentativa) o meu Bilhete de Identidade e depois fui ao IKEA, mais a minha figura maternal, comprar umas coisas que ela precisava.

É claro que estando em casa, e sendo fim-de-semana, nada como aproveitar o tempo livre a descansar, vendo na televisão uma série que me marcou mais do que alguma vez eu pensava. Mas tendo estado a rever nas últimas semanas esta série fez-me lembrar de muita coisa que eu já nem sabia que tinha pensado e ou feito nos meus dias mais loucos, que é como quem diz, quando andava no secundário e liceu. Ahh, good times… :)

BSB-1

April 26th, 2008

Não há como fugir à coisa. Aconteceu, eu estive lá, e por isso tenho de falar disso neste meu diário online. Eu fui ao concerto dos Backstreet Boys no Pavilhão Atlântico. Pronto, já disse.

Tenho de confessar que estava à espera de uma enchente de pitas nas proximidades do pavilhão, mas enganei-me. Não só estacionei o carro em menos de cinco minutos depois de ter chegado à Expo, como a área entre o Vasco da Gama e o Pavilhão Atlântico estava ligeiramente vazia em relação às moças de tenra idade (pitas, para os incultos). Tal como aconteceu na semana passada, eu e o Nuno chegámos antes da Xana e, enquanto esperávamos por ela na rua, discutimos assuntos sérios para a humanidade, como o facto de começar a estar «fresquinho» àquela hora e coisas do género. Quando finalmente entrámos no pavilhão, por incrível que pareça, o cenário deserto era similar ao de fora do pavilhão. Mas para onde é que foram todas as fãs dos Backstreet? Hmm? Cresceram? Será? Hmmm…

Durante o concerto, nós os três não podíamos ter escolhido lugares mais humorísticos para nos sentarmos. Do lado direito, mesmo ao lado da Xana, estava um casal de jovens que pareciam estar com os lábios colados um ao outro. Pior que isso, parece que faziam uns barulhos estranhos. Eu não sei, não era eu que estava ao junto deles. Do meu lado, estava um grupo de dois rapazes e uma rapariga mas, enquanto que no nosso grupo a Xana é que fez a festa toda, no deles, quem vibrava imenso com o espectáculo eram os gajos, ao passo que a moça estava ali quase que por obrigação. Muito estranho também, mas para nós foi um fartote de riso.

Quanto ao primeiro acto, ninguém percebeu em que é que era o moço que dançava, cantava, tocava guitarra e teclado (não ao mesmo tempo, claro) e no final do concerto teve um wardrobe malfunction e não conseguia abrir o fecho éclair do casaco de fato de treino e mostrar o tronco desnudado para as moças da fila da frente. Ele bem tentou fazer publicidade à página do MySpace, mas eu não apanhei o endereço.

O show dos BSB foi aquilo que se esperava. As músicas conhecidas do antigamente, juntas com umas que eu não conheço (e que deduzo que são do álbum mais recente), havendo ainda tempo, e espaço, para umas musiquinhas a solo. Medo, portanto. Estranhei na entrada as t-shirts só terem quatro elementos da banda, mas a Xana explicou-me que houve um que deixou a banda. Fartou-se boa vida, foi o que foi.

Depois do concerto fomos os três para o Vasco da Gama comer, que já se faziam horas. Eu e o Nuno parámos logo no Burger King, ao passo que a Xana foi ao McDonalds. Para arranjar lugar para sentar é que foi mais difícil, mas acabámos por ter uma sorte descomunal e arranjámos um dos melhores spots na varanda do centro comercial. Sim, eu e o Nuno estamos meio engripados mas a noite estava porreira e por isso espero que não tenha feito grande mossa a nenhum de nós. E agora que penso nisso, não me consigo lembrar da última vez estive sentado naquela varanda, mas sei que foi há muito tempo. Livra, que o tempo não abranda nem por nada.

Estou doente

April 25th, 2008

Acordei a transpirar, com a garganta E a cabeça a doer. Gostei muito. :(

Quando me levantei já era perto do meio dia e, quando o fiz, fui ver o episódio de ontem do Lost. Durante quarenta minutos esqueci-me que estava doente e isso fez-me bem. Depois fui ver uns episódios de Beverly Hills e de seguida fui-me arranjar porque vou sair não tarda para ir apanhar o Nuno e ir ver um dos concertos pelo qual serei gozado para o resto da minha vida… Ainda tentei salvar o dia ao ir primeiro à FIL ver a exposição de carros que lá está agora mas o Nuno também está doente e não quis passar mais tempo fora de casa que aquele estritamente necessário. Mas a desculpa dele de ir ver o concerto é boa. Ele vai acompanhar a sua mais que tudo. Eu vou por solidariedade masculina. Não é uma desculpa nearly as good como a dele, mas tem que servir.

PS: Por contingências de força maior, o «tal» negocio só se vai poder concretizar na próxima semana. Mas daí não passa de certeza.

Sobre o dia de hoje

April 25th, 2008

Como é que é a música? Ah não sei quê de eles comerem tudo e não deixarem nada e não sei mais o quê…

O que é exactamente o vinte e cinco de Abril (de 74)? Para além de ter sido o dia que sucedeu o dia vinte e quatro e ter precedido o dia vinte e seis é, acima de tudo, uma data que eu não vivi porque ainda não era nascido. É uma data que muito boa gente celebra mesmo também não sendo nascidas. É uma data, para a qual, muita gente olha como se fosse Natal, mas sem a parte dos presentes. É o quê? A data em que a ditadura caiu de forma pacífica? Ora, se eu não conheci a ditadura, vou celebrar o quê? Quem sabe eu até não gostava das coisas como elas eram? Quem sabe se os nascidos depois de 74 que celebram esta data não gostavam das coisas como elas eram? Não eram nascidos, tal como eu. Eu não sei, da mesma forma que ninguém que não fosse nascido naquela altura pode saber.

E acho incorrecto julgar a vida de há trinta anos com o vida nos dias de hoje. «Ah e tal, na ditadura não tinhas o que tens hoje, como este blog.» Quem sabe? A malta que celebra o dia de hoje ganha poderes psíquicos que prevêem uma situação como esta, é?

Então e o cinco de Outubro? Este também é outro que tem que se lhe diga. Se não tivesse havido esta pequena revolução de mudar o poder instituído em Portugal, nunca tinha havido a «miséria» que o «malvado» estado novo instituiu. Malditos republicanos.

Mas se é para celebrar uma data como deve ser, eu recuava mais no tempo. Se é para celebrar uma data realmente importante, devíamos celebrar a data em que o Afonso D. Henriques bateu na mãe e começou a desbravar terreno pela terra que não era dele, a matar malta como se não houvesse o ano de 1147. Isso é que era. Esse sim, é que era o verdadeiro dia de Portugal, e não aquele feriado adaptado em Junho.

Voltando ao dia de hoje, o seu significado é tão efémero que, vá lá, daqui a uns trinta anos, quase que aposto que dois terços da população não vai saber do que se trata, o que representou, nem nada que esteja minimamente relacionado. Por mim, desde que continue a ser feriado para eu ficar em casa a ver séries de televisão, ‘tá-se bem… :)

Véspera de feriado

April 24th, 2008

Não é que me queixe, mas ultimamente tem havido tanto trabalho que, pela altura em que é suposto sair da agência, estou tão esgotado psicologicamente que só me apetece vegetar em frente à televisão. Hoje não é excepção, com a particularidade de estar oficialmente doente. Com saídas confirmadas para amanhã e outras agendadas para sábado e domingo, isto vai ser bonito, vai.

Ora então tu queres ver???

April 24th, 2008

Chego ao trabalho e tenho isto no e-mail:

Como é que eles conseguiram estas fotos…??? Bastardos

Está confirmado

April 23rd, 2008

Já sei quando se vai dar o «tal» negócio. Sexta-feira, da parte da manhã, vou com o Frederico ali à zona da Expo tratar de tudo e depois escarrapacho aqui tudo, como é óbvio. Agora, se não for incómodo, vou ali para o quarto ver mais um bocado de Beverly Hills que a quinta temporada está a começar a aquecer. :)

A ouvir…

April 23rd, 2008

Baldix

April 22nd, 2008

A razão pela qual eu não escrevi baldas como deve ser e em maiúsculas no título tem que ver com o facto de não estar a falar de uma balda propositada. Foi, isso sim, uma contingência da vida. Falo da minha ida ao ginásio. Normalmente, o plano é estar pelas seis e tal em casa para que, por volta das sete, eu vá mais a minha mãe para o ginásio. Acontece que hoje fiquei no trabalho até substancialmente mais tarde a acabar uma proposta e, por causa disso, acabei por não ir suar as estopinhas. Não foi por querer, mas aconteceu. E agora, com a iminência do «tal» negócio, não sei se vou poder ir quinta-feira… Assim é tramado.